Síndrome do Impostor acomete uma grande porcentagem de profissionais bem-sucedidos


Apesar de ter sido diagnosticada há mais de 40 anos, a Síndrome do Impostor ou Thinkstock continua vitimando 70% dos profissionais bem-sucedidos, principalmente as mulheres. São pessoas que jamais creditam seu sucesso à inteligência, competência ou habilidade pessoal. A própria ex -primeira dama dos Estados Unidos Michelle Obama admitiu publicamente que sofre da síndrome.

Vários psicólogos de renome internacional da atualidade estudam esse transtorno, que pode trazer sérios prejuízos a performance dos indivíduos. As pioneiras foram Pauline Clance e Suzanne Imes, publicaram em 1978 um artigo documentando um fenômeno impostor que elas mapearam em mulheres de alto desempenho, que “apesar de excelentes resultados acadêmicos e profissionais, continuam a acreditar que não são realmente inteligentes e devem ter enganado qualquer pessoa que pensa que elas são.”

Quem sofre com a Síndrome do Impostor é uma pessoa insegura e muitas vezes tem dificuldades em falar sobre esse incômodo.

A Estrategista de Negócios e Head Trainer Comportamental, Dariane Gatto, elenca 7 sinais que evidenciam se a pessoa tem a Síndrome do Impostor:

  1. O profissional se torna um workaholic insano;

  2. Tem se esforçado de menos para causar a impressão que não conseguiu algo porque não se aplicou, e não por incapacidade;

  3. Adota a discrição absoluta do, quando ser discreto não resolve, parte para mudanças desenfreadas;

  4. Usa seu carisma para conseguir aprovação;

  5. Procrastina tudo o que pode;

  6. Nunca termina nada;

  7. Apela para a auto sabotagem no trabalho.

De acordo com a especialista não existe nada de saudável nesses tipos de comportamento: “Quem se cobra demais, costuma se dedicar muito ao trabalho, o que pode parecer bom, mas na verdade, acaba assumindo muitas atividades, apenas para tentar mostrar quão competente e importante é para a empresa”, ressalta Dariane.

Porém, essa prática leva à exaustão e não existe tempo de recarga de energias para novas ideias e soluções. Então, o profissional se torna um fazedor de tarefas, mas não um importante componente de inovação e criatividade na equipe. Além disso, a falta de confiança gera ansiedade e estresse, fazendo com que a pessoa não acredite merecer cargos de liderança e o medo do fracasso acaba superando o desejo de crescer.

Segundo Dariane, um dos segredos para lidar com esse tipo de sentimento é não superestimar as pessoas à sua volta em detrimento da sua própria capacidade ou inteligência.

A especialista esclarece que juntamente com o acompanhamento de um profissional é possível combater esse tipo de transtorno: “Muitas pessoas com Síndrome do Impostor se convenceram de que admitir que precisam de ajuda significa se rotular como uma fraude. O que não é verdade. Você pode dar um jeito nisso usando um sistema de apoio — ninguém pode fazer tudo sozinho.” finaliza.

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