A importância da liderança pessoal para não adoecer


Atualmente é muito importante designar esforços para o autoconhecimento. Através dele é possível descobrir qualidades, capacidades, bem como os pontos que devem ser melhorados. Além disso, faz com que doenças não apareçam com tanta frequência.

“Sem dúvida, o autoconhecimento é fundamental, ele proporciona junto com o a liderança pessoal, os limites que você precisa criar para si mesmo e para os demais. Quando somos líderes de nós mesmos, nos conhecemos e nos reconhecemos e assim ficamos menos expostos a situações que possam de forma gradativa e inconsciente nos expor a problemas de saúde, seja ele físico, emocional ou psicológico”, explica Dariane Gatto, Master Coach, Consultora em Gestão de Negócios e Sócia Fundadora da Result Consultoria & DH.

A correria e a rotina estressante do dia a dia têm provocado o aparecimento de diversos distúrbios psicológicos. Estes distúrbios podem gerar tantos malefícios quanto uma doença terminal. Isso porque provocam e desencadeiam uma série de comportamentos nocivos que pode prejudicar não só o corpo físico, como também a mente, entre eles a Síndrome de Burnout. Conhecida também como a síndrome do esgotamento profissional, ela ocorre diante do modo que o indivíduo passa a lidar com o ambiente a partir do momento que as exigências do meio ultrapassam as habilidades do colaborador, tornando-se uma fonte de desgaste excessivo do organismo com impacto direto na saúde e produtividade.

De acordo com Dariane, a doença acontece por desgaste excessivo do organismo na tentativa de responder à uma situação que a pessoa não possui recursos suficientes. “Ela é um processo que é iniciado pelo estresse e desenvolvido pela exposição excessiva sem recursos para reagir aos estímulos”, explica.

Os principais sintomas da Síndrome são: distúrbios do sono, dores musculares e de cabeça, irritabilidade, alterações de humor, falhas de memória, dificuldade de concentração, falta de apetite, agressividade, isolamento (nos estágios iniciais parece que o indivíduo evita o contato com as demais pessoas, porém em estágios mais avançados pode-se desenvolver irritabilidade no contato com outra pessoa), depressão, pessimismo e baixa autoestima sentimento de apatia e desesperança (este é um dos sintomas que mais leva aos diagnósticos errados da doença), perda de prazer (inicia-se como algo simples, mas gradativamente torna-se evidente – como a perda de prazer por comidas ou atividades que antes se gostava de praticar, momentos com a família, etc.) e baixa imunidade. “A sensação é de estar no vermelho, sem recursos físicos e emocionais”, diz Dariane.

Para fugir da síndrome - Algumas estratégias de defesa são importantes e essenciais para evitar a doença: criar e manter um estilo de vida saudável, ter um hobby ou atividades prazerosas que não tenham a ver com o trabalho, equilibrar as necessidades pessoais e profissionais, buscar uma conexão com a espiritualidade ou com a natureza (o importante é que faça você se sentir conectado com algo maior), falar sobre como está se sentindo, estimular conexões sociais prazerosas e buscar o autoconhecimento.

Experiência própria - No ano de 2013, jovem ainda (aos 29 anos), mas já em um cargo executivo na alta administração, Dariane não imaginava quão pesados determinados fatores podiam se tornar somados a uma cultura de poder que estimula a exposição psicológica e emocional de forma extenuante. “Senti aos poucos a mudança que o estresse foi provocando no meu emocional, físico e psicológico, sempre fui muito orientada para realizar meu trabalho com excelência – fazer o melhor que poderia ser feito – nesta época então comecei a notar que estava perdendo o gosto pelo trabalho que antes era tão importante e fonte de felicidade e realização, neste momento percebi que algo estava errado”, conta.

No período de aproximadamente um ano, a Master Coach e Consultora em Gestão de Negócios, passou por quase todos os sintomas da doença, em especial, distúrbios do sono, irritabilidade, falta de concentração, falha de memória e por último, baixa imunidade, o que pra ela, foi a gota d’agua. “A maior fonte de motivação do meu pedido de demissão foi o que veio em seguida – 20 dias afastada por Síndrome do Estresse Crônico ou Burnout. O que me manteve muito atenta ao avanço do quadro foi a terapia que sempre foi algo fundamental em minha vida e escolhi fazer desde os 18 anos, pois acredito ser uma fonte maravilhosa de autoconhecimento”, explica.

Quando foi diagnosticada com a Síndrome, Dariane buscou uma equipe de especialistas para ajudá-la, entre eles, nutrólogo, psiquiatra, psicólogo e coach. “Esses profissionais me apoiaram e me acolheram durante todo o processo de transição, além de exercícios físicos, meditação, terapia constante e em especial muita conexão com a espiritualidade - essa foi a base para trazer minha saúde ao eixo novamente”, conta.

A partir do momento em que a empresária recebeu o diagnóstico, ela tomou uma decisão muito importante em sua vida. “Me desliguei e realizei um antigo sonho que eu tinha, o de empreender, dessa forma tive a oportunidade de criar um negócio que me possibilitasse viver o que acredito, colocando o meu melhor na ativa”, alegra-se.

Essa mudança de forma integrada a levou a reestabelecer o equilíbrio pessoal, profissional, físico, psicológico e a escolher um caminho profissional que estimule o desenvolvimento e valorização humana dentro das empresas.


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